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COMO ESTIMULAR O BOM COMPORTAMENTO

09:54:00

 

Olá Amores!


Como vocês estão? A semana passada a Psicóloga Aline Brito nos falou sobre comportamento lembram? E hoje ela vai nos ajudar com estratégias para estimular o bom comportamento. Então bora aprender com muito amor.





 

Ø  Ajustando o ambiente:  tente gerenciar os fatores ambientais e emocionais que podem tornar muito mais difícil para as crianças controlar seu comportamento. Coisas a considerar: fome, fadiga, ansiedade ou distrações. Na hora do dever de casa, por exemplo, remova distrações como telas e brinquedos, forneça lanches, estabeleça um local organizado para as crianças trabalharem e certifique-se de marcar alguns intervalos.

 

Ø  Deixando as expectativas claras:  você e seu filho devem ser claros sobre o que é esperado. Mesmo que ele “deva” saber o que é esperado, esclarecer as expectativas no início de uma tarefa ajuda a evitar mal-entendidos no futuro.

 

Ø  Fornecendo contagens regressivas para as transições: Sempre que possível, prepare as crianças para uma transição futura. Por exemplo, avise-a por 10 minutos quando for a hora de jantar ou começar o dever de casa. Em seguida, faça o acompanhamento quando faltarem 2 minutos. Tão importante quanto emitir a contagem regressiva é realmente fazer a transição no tempo determinado.

 

Ø  Deixando as crianças escolherem:  conforme as crianças crescem, é importante que elas tenham uma palavra a dizer sobre seus próprios horários. Oferecendo uma escolha estruturada - “Você quer tomar banho depois do jantar ou antes?” - pode ajudá-los a se sentirem fortalecidos e encorajá-los a se tornarem mais auto-reguladores.

 

Depois que o comportamento acontecer

 

É importante considerar o que acontece depois de um comportamento direcionado porque as consequências podem afetar a probabilidade de recorrência de um comportamento. Isso é verdadeiro para consequências positivas (como obter 10 minutos extras de tempo na tela) ou negativas (como obter um tempo limite).

Algumas consequências são mais eficazes do que outras. Idealmente, as consequências criam estrutura e ajudam as crianças a compreender a diferença entre comportamentos aceitáveis ​​e inaceitáveis. No entanto, as consequências também podem fazer mais mal do que bem quando estão enviando a mensagem errada. Entender como usar consequências inteligentes e consistentes faz toda a diferença.

Aqui em casa tenho praticado esses passos com paciência e compromisso e já estou colhendo resultados. E vocês?

Na próxima semana falaremos sobre as consequências que não são eficazes!

Um beijo com muito carinho,  Aline Brito  Beijo!

 

 



BEIJO! BEIJO!

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